Top 10 – Jogos de Playstation 3 (PS3)


Acredito que agora é o momento ideal para esse post, pois acabo de conseguir finalmente o meu sonhado Playstation 4, e o companheiro de 7 anos de jogatina será aposentado em breve.

Para ser sincero, não me lembro bem de como foi a compra do meu PS3, não foi uma história marcante como as do SNES, PS1 e PS2….mas lembro bem qual foi a sensação!

Baixei dezenas de temas, passei horas na PS Home! O primeiro jogo? GTA IV! o primeiro que comprei? Soul Calibur IV usado, e a primeira platina: Uncharted: Drake’s Fortune (Depois da frustrada tentativa de platinar Dead Space).

Na geração PS3 percebi o quão longe os desenvolvedores iriam com gráficos, detalhes e efeitos…e graças ao site Troca Jogo, pude experimentar uma boa parte da biblioteca do vídeo-game, com certeza jogando grande parte dos jogos essenciais.

Tive as 3 versões do PlayStation 3, começando com o modelo Fat de 80 GB, passando pelo primeiro Slim de 160 GB e atualmente com a última versão (com aquela tampa horrível alla PSOne) de 250GB.

Nesse console pude ver franquias incríveis nascerem, algumas decaírem e outras serem totalmente esquecidas (cadê você Crash?) E vi como realmente funciona o um game online…e simplesmente não me adaptei rsrsrs

Mas o mais importante, me diverti muito, com histórias incríveis e personagens fantásticos! E agora a minha difícil missão é escolher apenas 10 títulos que marcaram, como os que acompanham minhas listas sabem, dificilmente eu jogo RPGs, então a lista não tem nenhum representante dessa categoria (Apesar de que South Park: The Stick of Truth quase entrou!).

Ps: Evito colocar 2 games da mesma franquia, mesmo que mais de 1 game mereça estar entre os 10, conto como se a franquia fosse representada pelo melhor game

10 – inFamous

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O PS3 foi para mim o melhor video-game da Sony em termos de exclusivos, se eu tivesse ecolhido o X-Box 360 (o que quase aconteceu), deixaria de jogar muito jogos que realmente marcaram minha memória e me empolgaram com gameplay, gráficos e personagens espetaculares.

Sei que em muitas listas de melhores games do PS3, não aparecem nomes como inFamous, sei também que chovem jogos da Rockstar, como Red Dead Redemption e GTA V, mas me lembro das diversas horas de diversão planando por Empire City com Cole Macgrath com muito mais carinho do que as diversas horas em companhia John Marston e do trio do último Grand Theft Auto.

Para mim inFamous elevou o nível de games de super-heróis, algo que apenas a série Arkham conseguiu fazer. Mas ao contrario do game do morcegão, inFamous te dá uma liberdade mais frenética, com superpoderes elétricos que iam ficando cada vez mais fortes conforme a evolução do jogador, algo mais fantasioso, mais colorido e com muito mais ação.

Um mundo aberto com vários itens para coletar, que realmente ajudavam na evolução do personagem…Conseguir os novos poderes de Cole, e usar de formas criativas para acabar com os inimigos e passar desafios em busca da platina, era fantástico.

O sistema de carma era inovador para a época, e apesar de mudar pouco o enredo em si, o carma mudava de forma concisa o gameplay, fazendo com o que o jogador experimentasse uma diversidade maior na escolha de cada ação no segundo gameplay.

A história também era digna dos quadrinhos, trazendo um plot twist clássico no final e fechando com chave de ouro a aventura.

9 – Heavy Rain

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Outro jogo para qual alguns torcem o nariz, mas que está definitivamente no meu Top 10 é a criação de David Cage, Heavy Rain.

A Quantic Dream já havia conseguido a minha atenção com Fahrenheit (ou Indigo Prophecy) no PS2, mas com Heavy Rain a narrativa chegou a um nível de que realmente me senti fazendo parte de um grande filme.

Lembro que a primeira vez que joguei a demo, que era o primeiro ato de Scott Shelby, ao chegar na luta dentro da apartamento, foi algo memorável, poucas vezes me senti tão tenso ao jogar uma cena de ação.

O Drama interativo, porém, é uma faca de 2 gumes, se o game não tiver um roteiro espetacular, não conseguira manter a atenção, o interesse e principalmente, a imersão do jogador (Né Beyond Two Souls?!). Me tornei grande fã de jogos como esse depois de Heavy Rain.

O fato é que Heavy Rain te coloca no controle de 4 personagens e 4 tramas paralelas que se cruzam, com jogabilidade baseada em exploração e quick time events, com essa fórmula a produtora conseguiu fazer com que eu me importasse com cada um dos personagens e que eu quisesse fazer tudo certo, para que todos conseguissem alcançar os objetivos, mas principalmente, para que todos estivessem vivos no final.

8 – Rock Band 3

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Sempre gostei de jogos rítmicos para uma jogatina casual, desde PaRappa the Rapper e UmJammer Lammy no PS1, mas não tenho inclinação para jogos de dança.

Com o lançamento de Guitar Hero passei horas e mais horas jogando no Dualshock e posteriormente comprei uma guitarrinha Leadership para jogar Rock Band.

Porém foi no PS3 que eu e meu irmão decidimos investir na banda completa! E lhes digo que o investimento se pagou com louvor!

As Party Sessions na casa dos meus pais ficaram ainda mais animadas!

Com relação ao game em si, melhorando o que a série Guitar Hero possibilitou (Série que só decaiu após o 3º jogo), Rock Band trazia a possibilidade de portar os jogos do título anterior e dos spin-offs para o jogo mais recente.

Então portei as músicas do 2 para o terceiro, comprei o primeiro jogo, a versão Lego, Green Day e recentemente o jogo Blitz e montei uma biblioteca imensa! (Infelizmente as músicas dos Beatles e os Track Packs ficaram de fora). Também tivemos uma febre de DLCs para melhorar o game! Com o dolar a menos de R$2,00 na época, conseguimos chegar a mais de 400 músicas no total!

Com um jogo completo as possibilidades foram imensas, sendo que o jogo é ótimo para festas em família, amigos…uma sessão karaokê, jogar com a esposa, filho e também sozinho passando os desafios e carreira do jogo!

A jogabilidade com cada instrumento é muito boa e intuitiva, bastando treinar nas dificuldades mais amenas para conseguir avançar. Para mim, a bateria é extremamente difícil, a falta de coordenação fala mais alto! E o vocal, só arrisco se estiver sob efeito de álcool, mas adoro guitarra e baixo.

Fico feliz que poderei passar boa parte dessa experiência para o Rock Band 4 o PS4.

7 – The Walking Dead: Season 1

walking-dead-top-10Assim como Heavy Rain a Telltale buscou oferecer uma experiência baseada na narrativa com o game de The Walking Dead.

Eu joguei essa obra-prima mesmo antes de conhecer a série de TV ou os quadrinhos, e posso afirmar que meu interesse aumentou muito depois do jogo.

Com uma história baseada em episódios, e com jogabilidade point and click, como os saudosos adventures de PC, o jogo conseguiu trazer a atmosfera de um apocalipse zumbi, mas não no teor de ação, mas sim no de sobrevivência e relação entre as pessoas.

Não há como não se importar com os personagens, gostar de alguns e odiar outros, o fato é que conforme a sua identificação com cada um, suas ações irão mudar e assim , mudar a história.

Ficar do lado dos amigos, tentar manter o grupo unido é a máxima do jogo, que apesar de contar com gráficos baseados nas HQs, conseguem retratar, de maneira visceral, a violência e a perda.

Para aqueles que acham que vídeo-game é só shooter, sugiro se dar a oportunidade de experimentar um jogo rico e fantástico como esse.

6 – Dead Space

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Depois que Resident Evil se tornou um jogo de ação e Silent Hill começou a passar vergonha, ficou vaga a posição de grande jogo de survivor horror para a geração PS3.

Felizmente a EA e a Visceral Games trouxeram Dead Space. Não esperava que nos tempos atuais as produtoras iriam apostar em novos jogos com câmeras estáticas, escassez de munição e puzzles estilo adventure, como os primeiros Resident Evil e Alone in the Dark, então meio que joguei Dead Space esperando um clone da formula atual de ação em 3ª pessoa, tão difundida por Gears of War.

Não poderia ter maior surpresa! É claro que Dead Space tem uma jogabilidade parecida com Gears e também se inspirou em RE4, principalmente na câmera, também não há muitos puzzles, mas não faltam sustos, horror e desespero.

Com inimigos rápidos, feios e fatais, uma atmosfera silenciosa e escura, realmente me senti como se eu estivesse sozinho para morrer no espaço. As aparições dos inimigos são quase sempre inesperadas, o que causa pânico.

O jogo dosa bem os upgrades e armas, fazendo com que o jogador não desperdice e utilize com cautela os recursos.

Com ótimos chefes e uma história bem fundamentada, Dead Space foi uma das poucas experiências de survivor dessa geração.

5 – God of War III

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Lembro que o lançamento de God of War 3 foi um evento na minha vida gamer, foi um jogo que apresentou o que a geração PS3 poderia realizar com as continuações de séries do PS1 e PS2.

A Santa Monica não economizou nesse jogo, com gráficos incríveis, puzzles complicados, níveis de dificuldade desafiadores e novas armas para Kratos terminar sua vingança, GOW 3 se posicionou como o game de ação Hack n’ Slash perfeito.

Mas apesar de seu primor visual e técnico, o que mais chamou a atenção foram as grandes batalhas com os chefes, e nesse jogo Kratos não perdoa nenhum deus ou semi-deus, são lutas épicas que somadas a trilha sonora fantástica conseguiram impregnar minha memória de momentos incríveis.

4 – Metal Gear Solid 4: Guns of the Patriots

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“Uma obra prima”, foi a primeira coisa que pensei ao jogar o 4º Metal Gear.

Kojima conseguiu fazer com que um jogo com cutscenes de até 70 minutos não fosse enjoativo, simplesmente pelo fato de a história ser fantástica.

No último episódio cronológico da saga (Sem contar Rising), podemos ver a última missão de Solid Snake (ou Old Snake), e como todos os episódios tem sua trama milimetricamente amarrada, trazendo referências e finais para todos os personagens, inclusive alguns secundários.

Com relação ao gameplay, são centenas de novas possibilidades, itens e armas, que inclusive deixa aquela sensação de que o jogo tem um gameplay muito curto para todas as mecânicas e opções que estão disponíveis para o jogador.

Os chefes como sempre estão em destaque, com foco no grande Ocelot que mais uma vez rouba a cena, protagonizando embates e cenas memoráveis contra Snake. Mas dessa vez o que faz o game ser um dos melhores do console é realmente a forma com que fecha com maestria todas as pontas soltas e a rica história da série que acompanhamos desde o PS1, desculpe The Phantom Pain, mas Guns of the Patriots é muito superior!

3 – Marvel vs Capcom 3: Fate of Two Worlds

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Assim como Metal Gear a série Marvel vs Capcom sempre esteve no meu Top 10, em todos os consoles Playstation (Por favor Capcom, aguardo o 4º jogo no PS4).

Marvel Vs Capcom 3 para mim era algo impensável, não acreditava que a Capcom traria os combates frenéticos para os gráficos 3D em alta resolução.

Quando o jogo foi anunciado entrei em hype extremo! a cada personagem anunciado uma comemoração! Saber que Resident Evil teria maior participação, que Dante, Amaterasu, Viewtiful Joe estariam no time da Capcom e que poderíamos jogar com Thor, Deadpool e Super Skrull do lado da Marvel, fique super animado.

Quando o jogo saiu foram dezenas de horas de gameplay, zerei o modo história com cada personagem, fazendo questão de realizar todos os seu super-especiais, bélissimos de se ver!

Uma pena que a Capcom tenha lançado a versão Ultimate depois, algo que achei desrespeitoso com quem tinha a versão base e não pode adquirir novos personagens, como Dr. Estranho, Punho de Ferro e Nemesis por DLCs. Mas essa estranha estratégia não tira o brilho do jogo, que estou recuperando para tentar realizar os combos e conseguir a sonhada platina.

2 – Uncharted 3: Drake’s Deception

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Uncharted 1 me impressionou bastante, mas não tanto, pois eu já tinha em mãos Dead Space que me parecia superior em vários aspectos.

Mas Uncharted 2 explodiu minha mente, era um jogo incrível em todos os sentidos, principalmente nos gráficos inacreditáveis.

O que veio na sequência, uma longa espera e muito Hype pelo próximo capítulo da saga de Nathan Drake. Uncharted 3 tinha que ser maior, melhor e inesquecível!

E, na minha opinião, a Naughty Dog conseguiu!

Muitos dizem que o Uncharted 2 é o melhor da série, concordo que ele elevou o padrão dos jogos de ação, mas então o 3º veio para melhorar aquilo que já havíamos visto.

As sequências de fuga, de tiroteio. As fases do chateau francês, da perseguição a cavalo, o navio, a sequência toda da perseguição ao avião e a queda no deserto, para mim superaram as sequencias do segundo jogo.

Apesar a história ser “ok”, o forte da série nunca foi esse, e como jogo de ação e aventura, Uncharted 3 é o meu preferido de todos os tempos.

1 – The Last of Us

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Em 2011 após o lançamento do melhor jogo de PS3, Uncharted 3, nada mais me surpreenderia, eu estava pronto para jogar continuações de outros jogos, aguardaria ansiosamente por Metal Gear V e GTA V, mas não acreditava que até o lançamento do PS4 haveria algum jogo que realmente renovasse o mundo dos video-games.

Porém na Spike Video Game Awards, de fininho, veio aquele trailer de um novo jogo da Naughty Dog, com gráficos inimagináveis e um tema sombrio…um survivor horror? da Naughty Dog? Pois lá estava eu novamente, com o hype nas alturas…

Não era possível que no final da geração um estúdio Sony do calibre da ND fizesse um jogo ruim, com os primeiros gameplays apresentados a vontade de jogar só aumentou!

E então veio o lançamento em 2013! E meu deus! que jogo!

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Com gráficos realmente espetaculares, The Last of Us não só reapresentou o gênero de horror, como também trouxe novos conceitos que marcaram a indústria, sendo que suas mecânicas de furtividade e ação inspiraram jogos posteriores como Resident Evil Revelations 2 e The Evil Within.

Com mecânicas de sobrevivência baseados em economia de munição, criação de itens improvisados e muita cautela, os jogadores completaram a jornada de Joel e Ellie passando por sequência de combates furtivos contra humanos e os temíveis infectados pelo fungo Cordyceps. Passar pelos estaladores e corredores, muitas vezes causava dezenas de game overs seguidos, pois TLOU é um jogo desafiador!

O tiroteio, o combate corpo a corpo são primorosos e só por conta de todas essas características o jogo já tinha tudo para ser um clássico instantâneo, mas ele não parou por aí. TLOU consegue atrelar uma das maiores experiências survival horror da atualidade com uma história digna de premiações.

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Toda a jornada dos protagonistas, o crescimento dos personagens a sequência de acontecimentos que contam 1 ano na vida de Joel e Ellie, conseguem emocionar qualquer jogador, uma história que não perde em nada para jogos focados no enredo, como os já citados na lista, Walking Dead e Heavy Rain. Talvez seja a primeira vez que um jogo consegue alcançar pilares de primor gráfico, jogabilidade fluída e uma ótima história.

Sem entrar em mais detalhes, Last of Us ainda trouxe um multiplayer diferente de tudo que eu havia jogado, comecei pelos troféus, mas não consegui mais parar. O multiplayer se insere no mundo do game principal e consegue trazer partidas emocionantes, pois além de vencer os inimigos é necessário coletar suprimentos para que o seu acampamento sobreviva

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Finalizando, The Last of Us conseguiu, no final da geração, compilar tudo aquilo de bom que vimos no PS3 e trazer um jogo que parecia transcender o console, tanto que ficou ótimo no PS4. Sem dúvidas, o melhor jogo do PS3.

Menções honrosas: Little Big Planet, Gran Turismo 6, Batman Arkhan City, Tekken 6, Tekken Tag Tournament 2, Batman Arkham Série, Assassin’s Creed II, GTA V, Resident Evil Revelations 2, Mortal Kombat, Just Cause 2, The Evil Within, South Park: The Stick of Truth, Injustice: Gods Among Us, Puppeteer, Tomb Raider, Burnout Paradise, Red Dead Redemption, Castlevania: Lords of Shadow e Killzone 2.

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