Análise Coop – Portal 2 (PS3)


Pense e se estresse com Portais!

PORTAL-2Esta análise faz parte do Projeto Local Coop PS3 / PS4. Acompanhe os jogos clicando aqui.

Sempre tive um pouco de receio em jogar games baseados exclusivamente em puzzles, existe sempre a possibilidade de travar em algum deles e se frustrar.

portal_2

Hoje está fácil procurar as soluções de jogos como esse na internet, no Youtube etc, porém não há propósito nesses jogos a não ser aceitar e cumprir cada desafio utilizando seu próprio senso de estratégia e lógica.

Portal foi um fenômeno instantâneo quando estreou no Orange Box de Half Life 2, porém sua continuação fez mais barulho ao anunciar o modo Coop.

Portal é um grande sucesso na internet e tem vários vídeos em canais de Youtubers mais jovens, por essa razão priorizei jogar esse game com meu enteado James, e digo que mesmo com 10 anos, a capacidade de raciocínio para resolução de puzzles dele, era em diversos momentos, superior a minha, portanto conseguimos formar um bom time.

portal2-split

O slogan “Pense com Portais” é realmente aquilo que você e seu companheiro de gameplay terão que fazer se quiserem passar pelas dezenas de desafios impostos por GLaDOS  nesse jogo.

Portal 2 não tem uma história muito profunda em seu modo Coop, sendo que o foco está nos robôs ATLAS e P-body, criados para simular desafios físicos mortais, onde a cooperatividade dita o sucesso.

portal split GLaDOS continua sendo a I.A. sarcástica e crítica, e incentiva o tempo todo uma rivalidade entre os robôs, o que é muito engraçado.

Com relação ao gameplay, é difícil explicar, pois cada jogador tem a disposição uma portal gun, que pode abrir um portal de entrada e um de saída, em locais com paredes revestidas da cor branca.

O objetivo é utilizar esses portais para chegar a porta que dá acesso ao próximo desafio, simples assim, sem histórias paralelas ou cenários muitos diferentes. Somente a GLaDOS  consegue tirar os jogadores do marasmo com relação a isso.

Os desafios tem elementos de cenário que vão se misturando conforme o avanço no jogo.

portal ps3

Por exemplo, no início basta que cada jogador crie portais nos locais certos e auxilie um ao outro na passagem.

Após isso será necessário usar blocos que servem para ativar mecanismos, ou mudar a trajetória de feixes de luz que abrem portas, tudo isso usando portais para se alcançar locais no cenário.

Usar física na hora de cair de certa altura e ser arremessado por outro portal.

splitcreen

Utilizar feixes de luz antigravitacional para levar itens e subir e descer plataformas.

Usar “gosmas” coloridas, que podem deixar o personagem mais rápido ou pulando mais alto.

Todos esses elementos vão se unindo, criando enigmas mais complexos e longos…porém, depois que realmente se aprende a pensar com portais, a coisa fica mais simples e a solução acabam vindo depois de alguns minutos de tentativa e erro.

Os desafios não são impossíveis, e o brainstorm antes de cada ação pode levar a solução, pois mesmo a ideia mais insana, pode funcionar em Portal.

portal 2

Foi um jogo muito edificante que joguei com meu enteado, pudemos pensar e tentar novas mecânicas juntos, o que foi muito divertido.

Porém o jogo tem fator replay quase nulo, e por ser muito estratégico e exigir raciocínio dos jogadores, não se pode jogar muito tempo sem se estressar.

Então recomendo muito o jogo, mas apenas para os obstinados.

portal

O vídeo dessa análise foi editado pelo meu enteado James, que queria muito me ajudar com o conteúdo do blog. Espero que todos gostem ☺

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